“Percussão Corporal”

21 Out

– 15 horas, validadas pela DRE

Data da Realização

  • 5 e 12 de novembro: das 09h30 às 13h00;
  • 6 e 13 de novembro: das 09h30 às 13h30.

FORMADOR

Rolando Araújo

DESTINATÁRIOS

Docentes da área da Música

METODOLOGIA

A formação tem um cariz essencialmente prático.

Recorrer-se-á à metodologia expositiva (teoria) intercalada com a experimentação/execução.

OBJETIVOS (GERAIS / ESPECIFÍCOS)

Os objectivos a trabalhar ao longo da formação têm por base 5 pilares. A saber:

1. RITMO

*Interpretar um acompanhamento rítmico em grupo;

*Identificar e executar a pulsação;

*Executar sons e silêncios com a duração de uma pulsação;

*Identificar e distinguir andamento lento, andamento moderado e andamento rápido;

*Identificar, distinguir e executar alterações progressivas de andamento;

*Recriar, em grupo, um ambiente sonoro através de sons produzidos pelo corpo.

2. FORMA

*Identificar auditivamente elementos repetitivos e contrastantes.

3. TIMBRE

*Identificar e distinguir os diferentes sons produzidos pelo corpo;

*Executar sons com timbres corporais.

4. DINÂMICA

* Identificar diferentes intensidades (crescendo, diminuendo, piano, meio-forte e forte);

*Aplicar as diferentes intensidades na execução de uma peça musical.

5. ALTURA

* Identificar e distinguir sons graves, médios e agudos.

CONTEÚDOS

Os conteúdos a abordar ao longo da formação envolverão os seguintes aspetos essenciais para a percepção, compreensão e produção musical:

RITMO

• sons e silêncios com duração de uma pulsação;

• semínima e pausa de semínima;

• compassos binário, ternário e quaternário;

• mínima e pausa de mínima;

• breve e pausa de semibreve;

• colcheia e pausa de colcheia;

• andamentos lento, moderado e rápido.

FORMA

• elementos repetitivos e contrastantes.

TIMBRE

• timbres corporais;

• sons que podem ser produzidos pelo corpo humano, como por exemplo, palmas, estalos, batidas no peito, sapateados, vácuos de boca, recursos vocais entre vários outros sons;

• fontes sonoras convencionais e não convencionais.

DINÂMICA

• as diferentes intensidades: crescendo, diminuendo, piano, meio-forte e forte.

ALTURA

• sons agudos e graves.   

 

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

Os formandos serão avaliados conforme estipulado na Carta Circular CCPFC -3/2007 da responsabilidade do Conselho Científico

Pedagógico da Formação Contínua.

«Excelente – de 9 a 10 valores;

Muito Bom – de 8 a 8.9 valores;

Bom – de 6.5 a 7.9 valores;

Regular – de 5 a 6.4 valores;

Insuficiente – de 1 a 4.9 valores.»

Participação (10%):

*iniciativa, espírito crítico e integração no grupo.

Execução de trabalhos individuais e de grupo ao longo da formação (…%):

*qualidade dos trabalhos e adequação às temáticas.

Trabalho Individual Final: aplicação dos conteúdos lecionados na criação de uma estrutura (jogo didático) (…%):

*adequação: ao nivel etário; ao nível de de escolaridade dos alunos e aos programa da disciplina;

*qualidade científica do trabalho.

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