Uma Escola Inclusiva: liderança, supervisão e trabalho colaborativo

15 Out

Data da Realização:

  • 19 e 26 de setembro: das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h30;

FORMADORA

Susana Gonçalves

LOCAL

Escola Básica e Secundária de Santa Cruz

JUSTIFICAÇÃO

Um dos principais objetivos do projeto educativo é alcançar o sucesso escolar através de uma maior motivação dos alunos para a aprendizagem, para a qual é essencial um maior trabalho colaborativo entre todos os elementos da comunidade escolar. O enraizamento dessa prática promoverá a adequação do currículo às necessidades e caraterísticas dos alunos, com vista a alcançar uma verdadeira educação inclusiva

Com esta formação, pretendemos contribuir para derrubar os obstáculos que ainda subsistem e dotar o pessoal docente de “ferramentas” para um trabalho conjunto e colaborativo, a bem de uma Educação para Todos. 

DESTINATÁRIOS

Docentes de todos os grupos disciplinares

CONTEÚDOS

1. Apresentação da formadora e dos formandos, explicitação das modalidades de avaliação e dos conteúdos a abordar ao longo da formação. (30m)

2. Expetativas dos formandos em relação à formação e reflexão e discussão sobre o conceito de flexibilidade curricular e de educação inclusiva (30m)

2.1. Matriz concetual de escola

 2.2. Princípios orientadores (30 m)

3. Opções metodológicas

 3.1. Abordagem multinível

 3.2. Desenho Universal para a Aprendizagem (1 hora)

4. Medidas de Gestão Curricular

4.1. Medidas Universais

 4.2. Medidas Seletivas

  4.3. Medidas Adicionais (30 minutos)

5. Inteligências Múltiplas

  5.1. Ferramentas para intervir nas inteligências (1 hora)

6. Plano Anual de Turma com base no Desenho Universal para a Aprendizagem (6 horas)

  6.1. Elaboração do Plano de Articulação Curricular

7. Supervisão e apresentação dos trabalhos individuais finais (5 horas)

(Total: 15 horas)

METODOLOGIA

Ao longo das sessões será adotada uma metodologia teórico-prática.

A componente teórica (com recurso a metodologias expositivas e a suportes de meios audiovisuais) irá alternar com a componente prática, na qual serão apresentados, pela formadora, materiais práticos e bibliografia de apoio, para análise, reflexão conjunta e realização de trabalhos (utilização e produção de materiais de intervenção educativa, de acordo com a realidade concreta de cada formando).

Serão privilegiados os métodos centrados no envolvimento ativo (cognitivo e motivacional) dos formandos no processo de aprendizagem (ex.: brainstorming; dinâmicas de grupo; debates; reflexão partilhada; reflexão individual; trabalho de grupo e dramatizações).

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

A avaliação será individual, qualitativa e quantitativa, expressa numa escala numérica de 1 a 10 valores, nos termos previstos na Carta Circular CCPFC – 3/2007, de setembro de 2007, do Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua e com base nos seguintes critérios: 

– Trabalho ao longo das sessões – 50%

– Trabalho final – 50%

Escala em uso:

– Excelente: de 9 a 10 valores

– Muito Bom: de 8 a 8,9 valores

– Bom: de 6,5 a 7,9 valores

– Regular: de 5 a 6,4  valores

– Insuficiente: de 0 a 4,9 valores

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